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Pró-labore: o erro silencioso que drena o lucro da sua empresa

  • Hamilton Trecco
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

Existe um erro financeiro que a maioria dos donos de PME comete sem perceber — e que distorce completamente a visão sobre a saúde do negócio. Esse erro tem nome: não definir um pró-labore fixo.

O que é pró-labore?

Pró-labore é o salário do sócio — a remuneração pelo trabalho que você, como dono, executa dentro da empresa. Não é lucro. Não é retirada. É um custo fixo da operação, assim como o salário de qualquer funcionário.

Qual é o problema mais comum?

O dono retira dinheiro da empresa conforme a necessidade pessoal do mês — às vezes mais, às vezes menos. Isso cria dois problemas graves: primeiro, o caixa da empresa vira extensão da carteira pessoal. Segundo, é impossível saber se o negócio é realmente lucrativo, porque o custo do trabalho do dono nunca aparece nas contas.

Como definir o pró-labore certo?

Pesquise quanto custaria contratar alguém para fazer o que você faz dentro da empresa. Esse é o ponto de partida. Defina um valor fixo mensal, lance como despesa no seu fluxo de caixa e pague a si mesmo como funcionário. Assim a empresa passa a funcionar com números reais.

O que muda depois dessa decisão?

Tudo. Você passa a enxergar o lucro real do negócio. As decisões de investimento ficam mais sólidas. E você para de confundir a necessidade pessoal com a saúde financeira da empresa — que são coisas completamente diferentes.

Esse é um dos temas centrais do livro A Virada — onde tratamos da estrutura financeira necessária para crescer com controle e sustentabilidade.

 
 
 

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